Restos de ônibus escolares viram ponto de ônibus




A Secretaria de Trabalho, Desenvolvimento Econômico e Turismo (SMTDET), numa parceria com o Sindicato Rural de Mato Grosso promovem neste mês de junho, o curso de piscicultura, no Cinturão Verde – Pedra 90 e na Casa de Recuperação Vau de Jaboque.
De acordo com o secretário da pasta, Osmário Daltro, em julho essa capacitação será no distrito do Aguaçu – próximo da Guia. “Estaremos qualificando mais de 40 pessoas naquela região, onde estarão recebendo os cursos de embutidos e defumados de suínos; arranjos florais e manutenção de tratores agrícolas”, explicou. Daltro disse que são diferentes cursos para atender maior número possível de pessoas que moram na Comunidade.
A partir de 1957, quando começaram os primeiros experimentos com abelhas africanas no país, a atividade apícola experimentou um importante salto de desenvolvimento e começou a se tornar a atividade principal para muitos. Inicialmente rejeitadas em função de sua agressividade, as abelhas foram cruzadas com as espécies mellifera, transmitindo à estas uma série de qualidades desejáveis como a resistência às doenças e a alta capacidade de produção de mel.
Com o passar do tempo, a progressiva organização de grupos de produtores, e a transferência de conhecimentos técnicos entre estes foi contribuindo para a profissionalização da atividade, dando origem à formação de núcleos produtivos altamente especializados, que hoje são capazes de elaborar produtos bastante diferenciados.
Desde há algum tempo que tenho vindo a trocar mail's com um apicultor brasileiro do Estado de S. Paulo e que conheci no montedomel.
Contou-me que não explora o mel, ou pelo menos da mesma forma que o fazemos no nosso país. Prefere a comercialização em favo, é mais rentável, menos trabalhosa e o investimento mais suave. Interessante o pormenor de adicionarem óleo de Soja à cera durante a moldagem, o que a torna mais macia ao mastigarmos o favo.
O mel vendido em quantidade rende pouco, ou melhor, rende pouco para o apicultor, afinal não partilhamos apenas a língua...
Faz imenso sentido, os nossos equipamentos de colheita de pólen, exteriores, pouco serviriam numa região tropical onde chegam a haver chuvadas de hora a hora.
Um aspecto curioso: fora da época de colecta daquele produto, e para habituar as abelhas, coloca um “coxo” de farinha no exterior. Confessou-me que acha imensa graça às abelhitas que pousam ou “caem” na farinha e regressam à colmeia todas brancas.
Um secador de pólen, em Portugal, ronda os 1.500,00€ e não selecciona os grãos.
A doença está a causar-lhe grandes baixas nos efectivos, apesar dos esforços para a controlar.