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06 novembro 2009

Restos de ônibus escolares viram ponto de ônibus

Nada mais ecologicamente correto, sugestivo e criativo, do que transformar ônibus escolares americanos aposentados, em pontos de ônibus. A idéia foi do designer Christopher Fennel, que aproveitou as peças de três ícones dos ônibus escolares americanos de antigamente. Fennel acredita que sua idéia é uma maneira de conscientizar as pessoas para a reciclagem e a de adotarem um estilo de vida mais verde e menos prejudicial a nós.












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21 setembro 2009

Secretaria realiza curso de psicultura em Cuiabá

Cuiabá / Várzea Grande, 02/06/2009 - 18:40.

Da Redação

A Secretaria de Trabalho, Desenvolvimento Econômico e Turismo (SMTDET), numa parceria com o Sindicato Rural de Mato Grosso promovem neste mês de junho, o curso de piscicultura, no Cinturão Verde – Pedra 90 e na Casa de Recuperação Vau de Jaboque.

De acordo com o secretário da pasta, Osmário Daltro, em julho essa capacitação será no distrito do Aguaçu – próximo da Guia. “Estaremos qualificando mais de 40 pessoas naquela região, onde estarão recebendo os cursos de embutidos e defumados de suínos; arranjos florais e manutenção de tratores agrícolas”, explicou. Daltro disse que são diferentes cursos para atender maior número possível de pessoas que moram na Comunidade.

Fonte:www.odocumento.com.br









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Como começou a Apicultura no Brasil

Conforme o livro Dicionário de Apicultura “ABC do Apicultor” de *Pompílio Vieira de Souza(2000), a apicultura brasileira começou oficialmente no século XIX, quando o Imperador Pedro II autorizou pelo Decreto nª 72 de 12 de julho de 1839, o Padre Antonio José Pinto Carneiro a trazer abelhas da Europa e da costa da áfrica, conforme segue-se:

* DECRETO Nº 72 de 12 de julho de 1839
Autoriza o Governo a conceder ao Padre Antonio José Pinto Carneiro privilégio exclusivo pelo espaço de dez anos, a fim de importar abelhas da Europa ou Costa da África , para o Município da Côrte, Província do Rio de Janeiro.
* O Regente em nome do Imperador o Senhor Don Pedro segundo tem sancionado e manda que se execute a Resolução seguinte da Assembléia Geral Legislativa:
* Art. 1º - O Governo fica autorizado a conceder ao Padre Antonio José Pinto Carneiro, privilégio exclusivo pelo espaço de dez anos, a fim de importar abelhas da Europa ou da Costa da África para o Município da Côrte e Província do Rio de Janeiro.
* Art. 2º - Este privilégio cessará, se dentro de um ano não tiver principio o estabelecimento das colméias no Município da Côrte.
* Francisco de Paula de Almeida Albuquerque, Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Justiça, encarregado interinamente do Império, assim o tenha entendido e faça executar com os despachos necessários . Palácio do Rio de Janeiro, em doze de julho de mil oitocentos e trinta e nove décimo oitavo da Independência e do Império.

* Pompilio Vieira de Souza foi Vice-Presidente da Confederação Brasileira de Apicultura por várias gestões e entre inúmeras representações que realizou deve-se ressaltar que em 1993 representou o Brasil no Congresso Internacional da APIMONDIA em Beijim (Pequim), China.

Este decreto é sem dúvida, a certidão de nascimento da Apicultura na Nação Brasileira porque até então não haviam abelhas Apis mellífera no Brasil.

Em 1939/40 o Padre Antonio Carneiro importa os primeiros enxames para a Praia Formosa, no Rio de Janeiro, para a formação do Apiário Imperial.

Presume-se que a causa principal para importação dos enxames estivesse diretamente ligada à necessidade da igreja em obter cera de abelhas para afabricação de velas, destinadas aos cultos litúrgicos.

Em 1845 uma tese sobre Apis mellífera foi apresentada à Escola de Medicina que ainda se encontra na Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro. O autor da tese, Francisco Antonio Marques informou que o Padre Antonio Carneiro instalou seu apiário na Praia Formosa e, em apenas um ano, já possuía cinqüenta colméias que subiram para 200 em dois anos, em 1941.

Desde então, a evolução da apicultura no Brasil tem se constituído em um exemplo interessante e único no agronegócio pois constitui, ao mesmo tempo, um amálgama de técnicas tradicionais importadas por apicultores pioneiros, com a capacidade de experimentação local e cruzamento de espécies, visando a adaptação às condições edafoclimáticas particulares do país.

Numa primeira fase de desenvolvimento, a maior parte dos apicultores restringiam-se a uma produção doméstica, de forma rústica e quase que unicamente para consumo próprio.

Neste contexto, a atividade foi se difundindo gradualmente como mais uma cultura entre as tantas presentes nas propriedades rurais, sem no entanto, apresentar maior representatividade econômica.

A partir de 1957, quando começaram os primeiros experimentos com abelhas africanas no país, a atividade apícola experimentou um importante salto de desenvolvimento e começou a se tornar a atividade principal para muitos. Inicialmente rejeitadas em função de sua agressividade, as abelhas foram cruzadas com as espécies mellifera, transmitindo à estas uma série de qualidades desejáveis como a resistência às doenças e a alta capacidade de produção de mel.

Com o passar do tempo, a progressiva organização de grupos de produtores, e a transferência de conhecimentos técnicos entre estes foi contribuindo para a profissionalização da atividade, dando origem à formação de núcleos produtivos altamente especializados, que hoje são capazes de elaborar produtos bastante diferenciados.

Fonte: http://www.brasilapicola.com.br
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Apicultura no BRASIL - Grande Negócio

A partir de 1957, quando começaram os primeiros experimentos com abelhas africanas no país, a atividade apícola experimentou um importante salto de desenvolvimento e começou a se tornar a atividade principal para muitos. Inicialmente rejeitadas em função de sua agressividade, as abelhas foram cruzadas com as espécies mellifera, transmitindo à estas uma série de qualidades desejáveis como a resistência às doenças e a alta capacidade de produção de mel.

Com o passar do tempo, a progressiva organização de grupos de produtores, e a transferência de conhecimentos técnicos entre estes foi contribuindo para a profissionalização da atividade, dando origem à formação de núcleos produtivos altamente especializados, que hoje são capazes de elaborar produtos bastante diferenciados.


Produtos relacionados à apicultura excenciais para a prática do profissional:










Desde há algum tempo que tenho vindo a trocar mail's com um apicultor brasileiro do Estado de S. Paulo e que conheci no montedomel.
Pedi-lhe que me enviasse fotos da sua exploração e me falasse um pouco da sua apicultura, para que todos pudéssemos conhecer a forma como os nossos irmãos do outro lado do Atlântico convivem com as abelhas.

Contou-me que não explora o mel, ou pelo menos da mesma forma que o fazemos no nosso país. Prefere a comercialização em favo, é mais rentável, menos trabalhosa e o investimento mais suave. Interessante o pormenor de adicionarem óleo de Soja à cera durante a moldagem, o que a torna mais macia ao mastigarmos o favo.

O mel vendido em quantidade rende pouco, ou melhor, rende pouco para o apicultor, afinal não partilhamos apenas a língua...
Percebi que a apicultura no Brasil é vivida com muita poesia e sobretudo com muita dedicação. O Carlos Correa dedica-se à colecta de pólen, usando para o efeito umas curiosas armadilhas internas colocadas sob a colmeia.

Faz imenso sentido, os nossos equipamentos de colheita de pólen, exteriores, pouco serviriam numa região tropical onde chegam a haver chuvadas de hora a hora.
Para maximizar a colheita, o Carlos alimenta artificialmente as colónias durante esta fase, para compensar o pólen que lhes é subtraído. Os alimentadores são colocados lateralmente na colmeia e com acesso pelo interior. Um aspecto curioso: fora da época de colecta daquele produto, e para habituar as abelhas, coloca um “coxo” de farinha no exterior. Confessou-me que acha imensa graça às abelhitas que pousam ou “caem” na farinha e regressam à colmeia todas brancas.
Quanto ao processamento pós-colheita do pólen, montou um curioso (mas muito funcional) equipamento, que lhe permite secar o dito produto e separá-lo em três tamanhos. Bastou-lhe para isso um vulgar secador de cabelo e uma série de tubos e ligações: por “meia dúzia” de Reais.

Um secador de pólen, em Portugal, ronda os 1.500,00€ e não selecciona os grãos.
Falou-me ainda numa doença a que chamou “doença da pupa” que pelos sintomas aparenta a nossa micose, e da qual apresento a seguinte imagem:

A doença está a causar-lhe grandes baixas nos efectivos, apesar dos esforços para a controlar.
Gostava que o Brasil fosse aqui mais perto, seria interessante visitar-mos essas explorações apícolas, tal intercâmbio havia de ser muito proveitoso para ambas as partes. Mas para um português quando pensa no Brasil, creio que lhe ocorre tudo menos a apicultura...

Veja o vídeo que abrange o negócio:


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